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Na terça-feira da semana passada, enquanto meu marido e eu tomávamos café juntos assistindo o pôr do Sol, um curioso episódio memorável ocorreu diante dos nossos olhos. Um rosto de uma mulher em formato de nuvens veio rejuvenescendo até se tornar um recém-nascido. Curioso, não?

Bem, todo mundo já deve ter ouvido falar no famoso filme de David Fincher: “O Curioso Caso de Benjamin Button”. Onde Brad Pitt estrela a vida de um homem que nasceu com aparência de velho, e que na medida em que o tempo ia passando, sua aparência ia se rejuvenescendo. Sim, ao invés de rugas ao envelhecer, pele nova ao rejuvenescer. Efeito contrário do que todos nós (pelo menos a maioria) vivenciamos em nossas vidas. 

Benjamin Button

Benjamin ButtonApesar de esse filme ter-nos deixados perplexos, nos mostrando uma realidade que só é possível acontecer em filmes, a história de Benjamin Button, não está muito longe de ser real. Existe uma doença chamada leucodistrofia, que é bem parecida com a contada no filme. Ela é causada pela degradação da mielina, uma substância importante do sistema nervoso, levando a pessoa a perder seu total discernimento sobre as coisas. Ou seja, ela vai se tornando infantil novamente. Chegando a um ponto que não é mais capaz de fazer nada sozinha. Assustador, não?

Bom, deixando de lado o meu pequeno resumo sobre um dos filmes mais intrigantes que eu já assisti (se você ainda não assistiu, assista) quero compartilhar com vocês, um acontecimento histórico que ocorreu em minha vida.

Meu marido e eu sempre gostamos de tomar café juntos sob o céu aberto. Seja com Sol, com nuvens ou sem nuvens. Se estivermos com uma xícara de café na mão, estamos sob um céu aberto.

Por que fazemos isso?

Bom, a resposta é simples. Gostamos de absorver as energias do universo.

Uma das coisas que o nosso corpo mais precisa para se manter vivo, revigorizo e cheio de vitalidade é a energia vinda do universo. A energia vinda do Sol. A energia vinda do céu. A natureza tem um papel importante em nossas vidas. É ela que nos dá vida. Que nos mantêm vivos.  E o céu, o Sol, as nuvens e os ventos, são o conjunto de tudo isso.

Bem, lá estava eu com as pernas esticadas sobre um banco e uma xícara de café na mão. Observando o céu com as poucas nuvens escurecendo cada vez mais. Meu marido fazia o mesmo.

Em meio ao silêncio que se propagava entre nós dois, de vez em quando, trocávamos algumas palavras. (Nosso café da manhã e da tarde é quase uma meditação). Com o rosto virado para o céu, meu marido me chamou atenção para algo. Ele disse: “amor, estou vendo um rosto. Veja!” Eu virei para a mesma direção que ele e fixei meus olhos no céu. Após alguns segundos procurando o que ele dissera estar lá, em um susto surpreendente eu arregalei os olhos. Lá estava o rosto de uma mulher. Sim, um perfeito e angelical rosto de uma mulher.

Empolgada com aquela cena que parecia irreal, os traços delicados de sua face, fizeram-me acreditar por um momento que estávamos sendo observados por uma mulher.

Seu rosto estava levemente voltado para o lado, mas seus olhos fixamente voltados para nós. Estava tão clara a sua intenção, que era possível distinguir sua curiosidade para com nós através da expressão dos seus olhos. Eram olhos curiosos.

Virei-me para o meu marido, e atentei-me a brincar dizendo que ela estava nos observando, e sabendo que nós estávamos cientes da sua audácia. Foi aí que de repente o rosto da mulher começou a desfigura-se. Acreditávamos que o vento estava desmanchando a linda pintura branca no céu. Mas estávamos enganados. Para a nossa surpresa, o rosto da mulher que parecia ter uns 27 ou 28 anos, estava era na verdade, rejuvenescendo.

Por que acreditávamos que ela estava rejuvenescendo e não mudando de rosto?

Pelo o simples fato da identidade dela permanecer. Os mesmos olhos, o mesmo nariz, o mesmo cabelo. Sim, ela tinha uma franja e esta vinha encurtando-se na medida em que ia se enverdecendo. Os lábios teve um momento que sutilmente se esticaram. Como se ela quisesse sorrir.  Ou quisesse nos mostrar que aquilo era real mesmo. E não um sonho.

Em questão de segundos, o rosto delicado da mulher se tornara em um rosto de um bebê. Os mesmos olhos, o mesmo nariz, a franja quase invisível. Só que com bochechas volumosas. Como as de um bebê mesmo.

É incrível, mas os olhos do bebê, de repente foram se tornando um risco, como se fosse de um recém-nascido. As bochechas tornaram-se menos salientes e a expressão do bebê era como de uma criança feliz. Fantástico? Inacreditável?

Pode parecer mentira, mas isso realmente aconteceu diante dos nossos olhos. Meu marido e eu ficamos maravilhados com tamanha realidade. Perguntamo-nos depois: “Esse rosto era de fato de uma mulher?” “Ou era apenas uma ilusão criada da nossa mente a partir de uma imagem distorcida?”

Seria mais incrível ainda, se pudéssemos ter tirado uma foto. A câmera de um celular convencional não era capaz de fotografar esse momento. Por isso, nem arriscamos tentar.

Mas da próxima vez, faça chuva ou faça Sol, ei de tentar capturar esse momento.

Então, o que você está esperando para ir vislumbrar alguma imagem no céu?
Pode ser qualquer coisa. Rosto, pessoas, animais, objetos. Quem sabe você não se surpreende?

Danielle C Bauer

Danielle C Bauer

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